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    <title>Rádio Vaticano - Clips-BRA</title>
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      <title>Da redação: espaço dos ouvintes e leitores</title>
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      <description>  00:03:59:95  
Cidade do Vaticano (RV) – Bem-vindos ao espaço dedicado aos ouvintes e leitores do Programa Brasileiro da Rádio Vaticano!

Álex Robert, de Duas Estradas, na Paraíba, nos enviou um e-mail dizendo que ainda não havia recebido o cartão QSL que confirma os dados da recepção feita por ele via ondas curtas do nosso sinal. Álex, as coordenadas estão certas e em breve nossa correspondência deve chegar. Abraços e continue sintonizado.

Maria Encarnação, de São José dos Campos, São Paulo, mandou uma carta agradecendo a última correspondência que enviamos para ela. Maria, muito obrigado, continue acompanhando a nossa programação.

De Campo Mourão, Paraná, chegou a carta de Irmã Alvani da Cunha Chagas. Ela agradece o nosso postal e lembra que está em tratamento e pede orações. Conte conosco, Irmã Alvani.

O Professor Cláudio de Oliveira Carvalho, de Timon, no Maranhão, nos enviou uma carta cheia de surpresas, entre elas adesivos da bandeira do Brasil que fizeram muito sucesso aqui na redação. Obrigado Professor, siga a Rádio Vaticano também pelo nosso site.

Para finalizar, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Gilda Bordin nos mandou uma carta com um livro muito bonito com fotos e histórias do estado gaúcho. Gilda, obrigado! Os sulistas aqui do Programa Brasileiro agradecem a lembrança!

Em breve, todos os ouvintes e leitores que citamos vão receber lembranças da Rádio Vaticano.


Programa Brasileiro
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Brasília – DF

Programa Brasileiro
Rádio Vaticano 
Piazza Pia, 3
00120 
Cidade do Vaticano

E-mail: brasil@vatiradio.va</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Feb 2012 07:41:28 GMT</pubDate>
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      <title>Pe. Edênio esclarece declarações no Simpósio sobre abusos sexuais</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=561875</link>
      <description>Roma (RV) - Em entrevista concedida à nossa emissora, o psicólogo e terapeuta Pe. Edênio Valle, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) – e um dos conferencistas no Simpósio da Gregoriana sobre abusos contra menores –, esclarece a afirmação repercutida na mídia, a ele atribuída, segundo a qual a Igreja no Brasil não tem ideia do que fazer com a questão dos abusos sexuais:

Padre Edênio: 00:03:02:21 “Na realidade, a maneira como a Igreja no Brasil - e por Igreja eu penso que não podemos entender só o Episcopado, a CNBB - está um pouco perplexa, sobretudo vendo o que acontece em outros países, quando somos bem informados a respeito e está em busca de respostas neste campo. Eu penso que a própria sociedade e no campo psicológico, a própria psicologia, também estão em busca de respostas mais adequadas a um problema sério e profundo que tem a ver com a realidade cultural e a estrutura social do mundo de hoje. Então, o que penso é que resta muito a fazer à nossa Igreja, seja no campo da discussão sobre a sexualidade, como ela é vivida pelo povo, como um cristão, um católico deveria viver isso, e a formação do próprio ministro ordenado ou não-ordenado, e também do laicato. Esta questão está em aberto no mundo todo. Veja, por exemplo, meia hora atrás, falou no Simpósio o Cardeal Reinhard Marx, Arcebispo de Munique. Ele está há pouco tempo na direção, mas ele mostrou a linha de ação de sua Arquidiocese, assumida pelos bispos da Baviera e posteriormente pela Conferência Episcopal. É um trabalho intenso, a médio prazo. À luz disto, penso que a nossa Igreja – até por falta de recursos – vai ter certa dificuldade em se posicionar pastoralmente, pedagogicamente e também no campo do pensamento católico, de um modo geral, dentro das atuais tendências presentes na cultura brasileira. De maneira alguma, disse que a Igreja no Brasil não sabe ou está perdida, tanto que na minha própria palestra, mencionei o recente documento que por ocasião da última Assembleia da CNBB foi aprovado na linha daquilo que a Santa Sé está pedindo aos episcopados nacionais.” (SP)</description>
      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 17:18:46 GMT</pubDate>
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      <title>Missão: um sacerdote brasileiro num país de maioria budista</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=561579</link>
      <description>
  00:05:46:63  
Cidade do Vaticano (RV) – Pe. Braz Lourenço de Oliveira, mineiro de Cataguases, missionário do Pontifício Instituto das Missões Exteriores (PIME) em Bangcoc e Chiang Mai, na Tailândia, é o personagem do quadro Missão desta semana.

“Em Bangcoc, mantemos uma casa para crianças com necessidades especiais e outra para crianças com famílias problemáticas para as quais damos estudo, apoio médico e apoio em outras necessidades. Já em Chiang Mai, trabalhamos com as comunidades tribais. Lá, muitas pessoas não falam tailandês e, por isso, lá vivenciamos o primeiro contato deles com o mundo cristão”, relata.

Pe. Braz Lourenço já traz na bagagem 4 anos de missão nas Filipinas, único país asiático de maioria católica, bem diferente da Tailândia, de maioria budista onde somente 0,5% da população é católica. Realidade que faz a missão ser ainda mais desafiadora até mesmo em contextos mais comuns, como o nascimento de Cristo.

“Para eles ainda é estranho perceber que o Natal não está ligado a uma data e sim a uma pessoa que é Jesus Cristo. Mas quem é Jesus Cristo, me perguntam. É nessa hora que percebemos que eles não têm ideia do que Ele representa para nós”.

Pe. Braz disse que não enfrentou situações de perigo na Tailândia. Para ele, como o budismo fala muito em harmonia, isso faz com que o povo seja mais pacífico, contudo, existem problemas na Tailândia assim como em qualquer país. Apesar de ser minoria, os católicos na Tailândia tiveram um importante papel durante as recentes cheias que assolaram o país. Diante das emergências, católicos e budistas uniram-se para ajudar os atingidos “sejam os que estavam próximos à paróquia ou ao templo budista”, reitera Pe. Braz.

Para os sacerdotes que se preparam para a missão, Pe. Braz tem um conselho: “devemos perceber que a missão não é propriedade nossa. Nós fomos chamados e somos enviados em nome do nosso Senhor Jesus Cristo”.

A missão de Pe. Braz na Tailândia continua por tempo indeterminado. Como disse, “a missão é feita com os pés dos que partem, com os joelhos dos que oram, com as mãos dos que ajudam, e com as vozes dos que anunciam”.




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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:27:15 GMT</pubDate>
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      <title>Mons. Scicluna em Simpósio sobre abusos contra menores: quem não denuncia um crime é inimigo da Igreja</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=561596</link>
      <description>Cidade do Vaticano (RV) - Prosseguem, na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, os trabalhos do Simpósio "Rumo à cura e à renovação", dedicado aos abusos sexuais ocorridos na Igreja contra menores, do qual participam delegados de 110 conferências episcopais e de mais de 30 ordens religiosas.

Para o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, está emergindo com clareza – da reflexão destes dias – a vontade da Igreja de dotar-se dos meios para proteger as crianças e construir um ambiente seguro para elas, tornando-se exemplo para toda a sociedade.

As atividades desta terça-feira concluíram-se com uma vigília penitencial na Igreja de Santo Ignácio, com o pedido de perdão a Deus e às vítimas dos abusos. Já os trabalhos desta quarta-feira foram abertos pelo Promotor de Justiça da Congregação para a Doutrina da Fé, Mons. Charles Scicluna, com uma conferência sobre o tema da busca da verdade nos casos de abusos sexuais do ponto de vista das obrigações morais e legais.

"Quem engana, quem não denuncia, é inimigo da justiça e, consequentemente, da Igreja" – declarou Mons. Scicluna em coletiva de imprensa. Ademais, o Promotor de Justiça reiterou o dever da Igreja de "escutar a dor das vítimas, de assisti-las, e de tratá-las com dignidade", e acrescentou que "se nota uma redução do número de novos casos e se assiste a um andamento decrescente" desses crimes.

"O problema e a grande preocupação é com a Europa" – revelou –, onde emergiram ou estão emergindo muitos casos. Portanto, a Igreja tem a obrigação de cuidar das vítimas de abusos e de ajudá-las em seu percurso de cura, mas, sobretudo, tem a obrigação de denunciar tais crimes às autoridades civis do país em que eles se verificaram.

Nesse sentido, as indicações da Congregação para a Doutrina da Fé aos bispos são muito explícitas. Em particular, quando se afirma que a cooperação com os organismos de investigação deve ser total e imediata.

Já no que diz respeito ao mecanismo sancionador dentro da Igreja, vinculado a normas do Direito Canônico, já existentes, a questão é diferente – precisou o Promotor de Justiça.

É o caso, por exemplo, das eventuais sanções em relação àqueles bispos que se tornassem responsáveis por atitudes omissivas ou que não se tivessem atido às diretivas da Congregação para a Doutrina da Fé. Em todo caso – ressaltou Mons. Scicluna –, seria uma atitude intolerável no âmbito da Igreja.

A imprensa internacional deu destaque à vigília penitencial realizada no final desta terça-feira na Igreja de Santo Ignácio. Não se tratou, como dizem muitos, de um simples mea culpa da Igreja – defendeu Mons. Scicluna –, foi muito além, prevendo medidas de prevenção e de assistência às vítimas.

Um dos conferencistas da manhã desta quarta-feira foi o psicólogo e terapeuta Pe. Edênio Valle, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a quem nossa colega do programa Português-África Dulce Araújo perguntou em que medida as reflexões e debates destes dias terão conseqüências práticas para a Igreja em relação à questão dos abusos contra menores: 00:02:31:80 </description>
      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:23:56 GMT</pubDate>
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      <title>Memória Histórica: a visita não-oficial de João Paulo II ao Brasil</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=561406</link>
      <description>  00:05:00:17  
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa João Paulo II visitou o Brasil três vezes: em 1980, 1991 e 1997. Estas foram as visitas oficiais, entretanto, em 11 de Junho de 1982, durante uma escala no Rio de Janeiro enquanto se dirigia à Argentina, João Paulo II faria mais uma vez um discurso ao povo brasileiro.

Esse é o Quadro Memória Histórica, que hoje nos leva ao ano de 1982.

“Ao pisar de novo o solo do Brasil, ainda que por breves instantes – nesta escala técnica da minha viagem à Argentina – um mundo de sentimentos e de gratas recordações me enchem o coração. Quisera que a grande alegria e afeto, que envolvem este meu sentir e reviver, fossem isentos de toda a sombra de preocupação; de qualquer modo, é bem cordial a saudação que, neste momento, quero dirigir ao querido Povo brasileiro, pelos presentes”. 

Essas foram as primeiras palavras de João Paulo II, nesta curta estada brasileira depois de ter percorrido o país de norte a sul, de leste a oeste, em 1980, como o Papa lembrou.

“Rio de Janeiro! Brasil! Quantas recordações, neste momento e neste lugar, tais nomes trazem ao meu espírito, dos doze dias da minha visita pastoral a Terras de Santa Cruz, de encontro inesquecível com a Igreja que está nesta dileta Nação, do Rio Grande do Sul, até Belém do Pará e ao coração do Amazonas! Graças a Deus, por tudo”.

João Paulo II estava a caminho da Argentina. Antes, havia visitado a Inglaterra. Em 1982, esses dois países estavam em guerra pela disputa do território das Ilhas Malvinas, pela qual João Paulo II expressou seu pesar por todas as guerras.

“E alargando a perspectiva, para além do conflito que no presente semeia a desolação e a morte entre os povos beligerantes no Atlântico Sul, o meu coração sofre com todos os corações feridos pelo mal da guerra noutras partes do mundo”.

Antes de seguir viagem a Buenos Aires, João Paulo II reavivou a proximidade do Papa com o povo brasileiro.

“Com estima e afeição, aqui renovo os votos sinceros pelas crescentes prosperidades do querido Povo brasileiro, isentas de sombras sinistras de violência e sempre marcadas pelo respeito pela vida, pelo sentido da justiça e da concórdia e em serviço à causa da paz internacional. Estes votos, em meu coração tornam-se prece, a implorar para cada brasileiro, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, os favores de Deus”.
(RB)

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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Wed, 08 Feb 2012 12:52:05 GMT</pubDate>
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      <title>Dom Braz de Aviz: "Volto da África com o coração admirado"</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=561398</link>
      <description>Campala (RV) -   00:04:29:16  Está em andamento em Campala, capital de Uganda, a segunda reunião de religiosos e religiosas da África e do Madagascar, sob a égide da Confederação dos Superiores Maiores (COSMAM/COMSAM). 

Cinquenta e sete delegados analisam mecanismos, estilos e métodos para promover a compreensão e a comunicação entre o clero diante dos desafios das Igrejas e povos do continente.

O tema do encontro "Testemunhas da verdade a serviço da comunhão e da reconciliação na África", e os debates são inspirados na Exortação pós-sinodal "Africae Múnus", entregue às Igrejas africanas em novembro passado. 

Na abertura, esteve presente o Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Dom João Braz de Aviz. De volta a Roma, ele conta foi sua primeira experiência em terras africanas:

"Eu agora nesses dias, do dia 4 ao dia 7 estive em Uganda, em Campala, para a II Assembleia Geral de todos os religiosos da África. Estavam representadas 21 das 41 Conferências de religiosos da África dos vários países. Tinha muito desejo de ir até lá porque não conhecia ainda a África, estando presente, então essa primeira viagem que foi a Campala e depois de passagem pelo Quênia, por Nairóbi, trouxe muito ao meu coração essa alma africana. E também a presença forte dos religiosos e das religiosas na África. Eu voltei com o coração muito admirado da força desses homens e dessas mulheres, que é claro se apóiam em Deus, se apóiam no Evangelho, para levá-lo às pessoas. O coração do africano é um coração naturalmente aberto à experiência de Deus – isso é uma herança que eles têm extraordinária. E é um povo que a gente sente que tem na alma a presença de Deus, então esses religiosos foram revelar esse Deus, muitas vezes entregaram a própria vida, como foi o caso dos mártires de Uganda. Eu celebrei a missa e fiz uma pequena meditação com 400 religiosos de Uganda no santuário de São Carlos Luanga e de seus companheiros, e a gente nota como esses mártires, que são do início do anúncio do Evangelho em Uganda, marcaram e marcam o povo ugandense, mas também o povo africano. Agora, as peregrinações a esse santuário são de uma massa enorme de pessoas todos os anos e vai se tornando um centro realmente de difusão da fé. Pude notar também o amor que têm os africanos pelos missionários – são pessoas que eles consideram realmente como seus pais. E pude também perceber a importância que tem a presença dos religiosos no trabalho de levar essa experiência verdadeira de Deus às pessoas, de trabalharem a serviço da vida, nos dispensários, no meio da juventude, no meio da educação e no âmbito da saúde. Voltei muito, muito feliz por essa primeira experiência."

(BF/SP)
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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <title>JMJ Rio 2013 tem logomarca oficial. Dom Orani fala à RV</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=561323</link>
      <description>  00:03:10:80  
Rio de Janeiro (RV) - Nos últimos dias, milhões de jovens do mundo inteiro viveram a expectativa de conhecer o símbolo da próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013.

A contagem regressiva chegou ao fim nessa terça-feira, 7 de fevereiro, com a divulgação da logomarca oficial do evento. O lançamento aconteceu no auditório do Edifício João Paulo II, no bairro da Glória, no Rio.

Além do presidente, o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, e dos vice-presidentes do Comitê Organizador Local (COL), Dom Paulo Cezar Costa e Dom Antonio Dias Duarte, estavam os responsáveis pelos setores que compõem o Comitê. 

Entre as autoridades compareceram o Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e arcebispo de Aparecida, Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, e o recém-nomeado Secretário da Congregação para os Bispos, no Vaticano, Dom Lorenzo Baldisseri. Participaram também quase cem bispos que estão no reunidos no Centro de Estudos do Sumaré para o 21º Curso para Bispos, promovido pela Arquidiocese do Rio.

Na ocasião, Dom Orani anunciou o vencedor do concurso da logomarca: Gustavo Huguenin, 25 anos, natural da cidade de Cantagalo, região Serrana do Rio. 

No momento da apresentação da logo, o Cristo Redentor foi iluminado com as cores verde e amarelo, em referência ao país sede da próxima JMJ.

O arcebispo do Rio lembrou que a Jornada vai muito além do Rio de Janeiro ou do Brasil. “Os jovens vão levar daqui valores novos para o mundo. Alegra-me ver que podemos fazer desse trabalho local, um serviço de amor para o mundo. Estaremos influenciando o presente e o futuro” - completou Dom Orani.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse a cidade vai se mobilizar para realizar a maior JMJ da história. “Será um encontro de amor, de paz, fé e valores cristãos” - afirmou Paes.

Para o governador do Rio de Janeiro, esse é um momento de virada do Rio. “Depois que o Cristo se tornou uma das sete maravilhas do mundo, o Rio passou a ser mais ousado. E é esse evento que vai consolidar essa cidade pacificada. Vai ser o evento dos eventos e vamos fazer de tudo para ser a JMJ mais extraordinária de todas” - afirmou Cabral.

A logomarca

O arcebispo do Rio ressaltou que a logomarca traz as florestas, o mar, o Pão de Açúcar e todas as maravilhas do Rio. “Todos nós estamos como essa marca. Aqui, há um coração batendo forte e dizendo: venham ter essa experiência com Deus” - assegurou.

O significado

Com base no trecho da Palavra do Evangelho de São Mateus, percebe-se a necessidade de expressar uma referência direta à imagem de Jesus e ao sentido do discípulo. Neste episódio, Jesus se encontrou com seus discípulos em uma montanha, após sua ressurreição. Como símbolo da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor também se encontra em uma montanha e é um monumento reconhecido no mundo inteiro. O tema é uma palavra de ordem proclamada pelo próprio Senhor Jesus, e assim a Sua imagem possui destaque no centro do símbolo.

Os elementos do símbolo formam a imagem de um coração. Na fé dos povos o coração assumiu papel central, assim como o Brasil será o centro da juventude na Jornada Mundial. Também designa o homem interno por inteiro, se tornando nesta composição a referência aos discípulos que possuem Jesus em seus corações.

Os braços do Cristo Redentor ultrapassam a figura do coração, como o abraço acolhedor de Deus aos povos e jovens que estarão no Brasil. Representa nossa acolhida, como povo de coração generoso e hospitaleiro.

A parte superior (em verde) foi inspirada nos traços do Pão de Açúcar, símbolo universal da cidade do Rio de Janeiro, e a cruz contida nela reforça o sentido do território brasileiro conhecido por Terra de Santa Cruz. As formas que finalizam a imagem do coração possuem a cor azul, representando o litoral, somada ao verde e amarelo que transmitem a brasilidade das cores da bandeira nacional.

"Foi uma atitude de fé participar desse concurso", afirmou o jovem Gustavo Huguenin, 25 anos, criador da logomarca vencedora da Jornada Mundial da Juventude Rio2013. A partir de hoje, seu trabalho estará espalhado nos quatro cantos do mundo.

Natural do município de Cantagalo, região serrana do estado do Rio de Janeiro, o jovem frequenta a paróquia Santíssimo Sacramento, da diocese de Nova Friburgo. Formado em Design Gráfico pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), ele trabalha como designer gráfico e webdesigner em um escritório próprio.

"Para mim é alegria imensa saber que o meu trabalho vai ser usado no maior evento católico do mundo, ainda mais com Santo Padre, e que essa imagem estará associada ao encontro pessoal que os jovens do mundo inteiro terão com Jesus Cristo na JMJ Rio2013", destacou o designer.

De formação católica desde a infância, ele participa de grupo de oração da Renovação Carismática Católica (RCC) desde os 19 anos. É Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão e faz parte do setor de Comunicação da RCC nacional.  
 
Ouça declaração concedida pelo arcebispo Dom OraniJoão Tempesta ao Programa Brasileiro clicando acima.
(CM/SP-Arquidiocese RJ)
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      <title>Iemenita vencedora do Nobel da Paz pede ajuda da Itália para garantir eleições </title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=560896</link>
      <description>Cidade do Vaticano (RV) - Tawakol Karman, iemenita, uma das três vencedoras do Prêmio Nobel da Paz 2011, esteve em Roma nesta segunda-feira para um encontro com o Ministro das Relações Exteriores da Itália, Giulio Terzi Sant’Agata. 

Rafael Belincanta acompanhou para a Rádio Vaticano.

  00:01:54:60  
Diante de dezenas de jornalistas italianos e também da imprensa internacional, a jornalista Tawakol Karman, 32 anos, falando em árabe e usando o véu islâmico, defendeu a juventude da primavera árabe

“Nós, jovens da primavera árabe, somos o presente e o futuro. Estamos dispostos a construir uma parceria que seja ativa em todos os campos, econômico, social e político, especialmente na luta contra o terrorismo”.

Ela nasceu no Iêmem, país do Oriente Médio, onde as mulheres não podem votar, dirigir ou dormir sozinhas num hotel mas são obrigadas aceitarem casamentos combinados ainda muito jovens. Nessa realidade, ela chamou a atenção do mundo ao se tornar militante do partido de oposição ao presidente depois de ter sido presa, em janeiro do ano passado. E ela deixou claro o que veio pedir ao governo italiano.

“Em nome dos jovens da revolução pedi apoio da Itália para congelar as contas do presidente Ali Abdallah Saleh e que ele seja julgado pela Corte Penal Internacional. Esta medida é a única que pode garantir uma transição pacífica no Iêmem, já que em 21 de fevereiro teremos eleições e o presidente usa suas finanças para disseminar a discórdia que poderá acarretar o fracasso das eleições”.

Na luta pela democracia e pelos direitos humanos, Tawakol Karman disse acompanhar atenta a situação na Síria.

“Pedi ao ministro italiano que chame de volta seu embaixador em Damasco. Acredito que seja o mínimo que se possa fazer para apoiar a grande revolução e defender o povo da Síria. Pedi ainda que o ministro também proceda ao congelamento dos bens do presidente sírio Bashar Al-Assad”.


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      <title>Nova Evangelização e "Evangelii Nuntiandi": evangelizar, não um ato individual, mas profundamente eclesial</title>
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      <description>00:05:30:00
Cidade do Vaticano (RV) - Amigo ouvinte, chegamos, mais uma vez, ao nosso momento de dedicar um espaço do nosso programa à nova evangelização. Como temos lembrado, este ano a Igreja viverá um momento particularmente importante. Trata-se da Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, na qual pastores do mundo inteiro – representando a Igreja nos cinco continentes – se reunirão de 7 a 28 de outubro, no Vaticano, para refletir, debater e discutir em torno do tema da "Nova evangelização para a transmissão da fé cristã".

Certamente, um momento particularmente frutuoso para o Magistério da Igreja, em que os bispos, unidos ao Sucessor de Pedro, se concentrarão em torno desse desafio pastoral para a Igreja no terceiro milênio. Dele nascerá, a partir das proposições e texto final dos padres sinodais, a Exortação Apostólica pós-sinodal do Santo Padre.

Vale lembrar que "desde o Concílio Vaticano II até hoje, a nova evangelização se propôs, sempre com maior lucidez, como o instrumento graças ao qual confrontar-se com os desafios de um mundo em celerada transformação e como a via para viver, hoje, o dom de ser reunidos pelo Espírito Santo para fazer a experiência do Deus que é nosso Pai, testemunhando e anunciando a todos a Boa Nova – o Evangelho – de Jesus Cristo" – nos diz os Lineamenta, documento preparatório para o referido Sínodo, nº 1.

Prosseguindo nossa revisitação à Evangelii Nuntiandi, iniciamos, na edição passada, com o nº 59, o cap. VI da Exortação Apostólica pós-sinodal de 1975, do Papa Paulo VI, capítulo este que trata dos "obreiros da evangelização".

Como vimos, no nº 59, o documento magisterial pergunta: "quem é que tem a missão de evangelizar?", ressaltando que o Concílio Vaticano II respondeu claramente a esta pergunta: "Por mandato divino, incumbe à Igreja o dever de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda a criatura", (82) E noutro texto o mesmo Concílio diz ainda: "Toda a Igreja é missionária, a obra da evangelização é um dever fundamental do povo de Deus".(83)

De fato, o texto reitera que sendo a Igreja inteira chamada a evangelizar, é ela toda inteiramente evangelizadora. Hoje trazemos o nº 60, intitulado "Um ato eclesial":

60 "O fato de a Igreja ser enviada e mandada para a evangelização do mundo, é uma observação que deveria despertar em nós uma dupla convicção.
A primeira é a seguinte: evangelizar não é para quem quer que seja um ato individual e isolado, mas profundamente eclesial. Assim, quando o mais desconhecido dos pregadores, dos catequistas ou dos pastores, no rincão mais remoto, prega o Evangelho, reúne a sua pequena comunidade, ou administra um sacramento, mesmo sozinho, ele perfaz um ato de Igreja e o seu gesto está certamente conexo, por relações institucionais, como também por vínculos invisíveis e por raízes recônditas da ordem da graça, à atividade evangelizadora de toda a Igreja. Isto pressupõe, porém, que ele age, não por uma missão pessoal
que se atribuísse a si próprio, ou por uma inspiração pessoal, mas em união com a missão da Igreja e em nome da mesma.
Donde, a segunda convicção: se cada um evangeliza em nome da Igreja, o que ela mesma faz em virtude de um mandato do Senhor, nenhum evangelizador é o senhor absoluto da sua ação evangelizadora, dotado de um poder discricionário para realizar segundo critérios e perspectivas individualistas tal obra, mas em comunhão com a Igreja e com os seus Pastores.
A Igreja é ela toda inteiramente evangelizadora, como frisamos acima. Ora isso quer dizer que, para com o conjunto do mundo e para com cada parcela do mundo onde ela se encontra, a Igreja se sente responsável pela missão de difundir o Evangelho."

Como vimos até aqui, neste VI capítulo, intitulado "Os obreiros da evangelização", trata-se da questão dos sujeitos da evangelização.

De fato, faz-se no texto duas constatações basilares que vale a pena recalcar, brevemente: "evangelizar não é para quem quer que seja um ato individual e isolado, mas profundamente eclesial"; como consequência, a segunda convicção: se cada um evangeliza em nome da Igreja, tal obra deve ser realizar "em comunhão com a Igreja e com os seus Pastores".

Efetivamente, o sujeito fundamental da evangelização é a Igreja como tal. E visto que a Igreja existe concretamente, isto é, em "cada parcela do mundo onde ela se encontra", a Igreja particular configura-se como tal em comunhão com as outras Igrejas particulares.

Amigo, ouvinte, por hoje é só. Semana que vem tem mais, se Deus quiser! (RL)</description>
      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <title>Missão Continental - na esteira de Aparecida: a Diocese de Crato e os desafios pastorais</title>
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      <description>Cidade do Vaticano (RV) - Nesta edição do nosso espaço "O Brasil na Missão Continental", continuamos com a participação do Bispo da Diocese de Crato, no Ceará, Dom Fernando Panico, que nos apresenta – no contexto da "Missão Continental" – os desafios pastorais para a Igreja no Crato, destacando, dentre outros, a urgência da formação dos missionários nas comunidades, e a realização das santas missões populares: 00:06:00:00 (RL)</description>
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